22 de novembro de 2017

Uma perspectiva arminiana da Teologia da Aliança – Dr Vic Reasoner


Muitos arminianos têm praticamente corrido até o fast-food da teologia aceitando qualquer ajuda que lhes pareça suficiente. Antes de aceitarmos toda a teologia popular dos mestres mais famosos, seria melhor que averiguássemos em quais pressupostos seus ensinamentos se baseiam. Um entendimento adequado das alianças nos ajudará a esclarecer um pouco essa confusão.

O conceito de aliança permeia a compreensão hebraica sobre o relacionamento deles com Deus. Jeová, o Deus auto-existente, inicia e mantém uma aliança com o homem. Ele é motivado por um amor inabalável chamado hesed, cuja tradução pode ser “bondade amorosa” ou “misericórdia”.

Que o Deus transcendente condescendesse em estabelecer um relacionamento com sua própria criação, é, sem dúvida, motivo para adoração. Ele não depende de nós para nada nem temos nós nada a oferecer a Ele que primeiro Ele já não nos tenha dado. Ainda assim, Ele deseja formar uma aliança com a humanidade e dar início a um relacionamento pessoal com suas criaturas. 

Pelo fato de a natureza de Deus ser pactual, nós que somos criados à Sua própria imagem também fazemos pactos. A palavra hebraica berith é usada mais de 280 vezes no Antigo Testamento para descrever acordos, alianças ou ligas entre os homens. É usada para descrever uma constituição entre um governante e seus súditos. E é também usada para o relacionamento entre Deus e seu povo.

O padrão básico para uma aliança, sendo esta secular ou sagrada, continha: um preâmbulo, no qual o autor é identificado; um prólogo histórico descrevendo as relações anteriores entre as partes envolvidas; estipulações e demandas que deviam ser lidas publicamente em intervalos regulares; a prestação de um juramento com bênçãos e maldições; e a designação de testemunhas e herdeiros.

A palavra grega diatheke aparece trinta e três vezes no Novo Testamento. Na King James Version a palavra é traduzida como “aliança” vinte vezes, e outras treze como “testamento”. Uma “diatheke” era um testamento que repartia a propriedade depois da morte de seu dono. Era completamente unilateral, os termos eram controlados pelo autor. A palavra grega comum para ‘aliança’ era syntheke, mas já que o prefixo syn significa "junto com," ela não foi usada no Novo Testamento para não sugerir uma igualdade entre os parceiros.

Portanto, não podemos negociar uma aliança com Deus. É sempre Deus quem inicia umaaliança com alguém; nós nunca vamos elaborá-la junto com Ele. Ele é o autor e nós apenas aceitamos ou rejeitamos Seus termos. Aceitar os termos dessa aliança envolve uma rendição incondicional da nossa parte. Mas precisamos não apenas iniciar nossa fé, mas tambémmantê-la, uma vez que a própria natureza de uma aliança é relacional. A Igreja é constituída por aqueles que expressam sua fé através da obediência à aliança. Embora seja contrário à natureza de Deus quebrar Suas alianças conosco, a história do relacionamento do homem com Deus é uma das alianças quebradas.

Os judeus pareciam pensar que se Deus condenasse um judeu, isso seria uma violação de Suas promessas a eles, e, assim, Deus seria infiel. Esse pensamento se baseava na falsa premissa de que as alianças de Deus são incondicionais. Paulo declara que Deus é fiel, mesmo que nenhum homem o seja. (Romanos 3:3-4). Mas Deus manterá sua aliança com transgressores de alianças?

A própria natureza de uma aliança implica obrigações recíprocas. Não estamos discutindo sobre cheques em branco ou subvenções a fundo perdido, que não têm condições pre-estabelecidas. Existem condições inerentes a uma aliança. Watson definiu a essência de uma aliança como sendo condiçõesrecíprocas entre duas partes. “Não poderia haver uma aliança sem seus termos, algo sendo requerido, bem como bênçãos prometidas ou conferidas, deveres a serem realizados, como também bênçãos a serem recebidas”. E não há somente bênçãos prometidas àqueles que cumprem a aliança; aos que a quebram trazem sobre si mesmos uma maldição. Por isso, as Escrituras nos advertem que é melhor não fazer votos do que fazer e não os cumprir (Eclesiastes 5:5).

John Wesley escreveu que a grande aliança “é uma aliança entre Deus e o homem, colocada nas mãos de um Mediador, ‘o qual provou a morte por todos os homens’, e assim a comprou por todos os filhos dos homens. Este é o sentido da questão (já mencionado tantas vezes): ‘aquele que crer até o fim, a fim dedemonstrar sua fé por meio de suas obras, Eu, o Senhor, recompensarei essa alma eternamente. Mas aquele que não crer, e consequentemente morrer em seus pecados, Eu o punirei com destruição eterna’”.

Wesley continuou, levantando a questão “da aliança entre Deus e o homem, se ela era condicional ou incondicional. Ele, então, se voltou para a aliança feita com Abraão.Já que a aliança era eterna, Wesley demonstrou que ela também era condicional. Os termos de uma aliança condicional são eternos, mas uma aliança é também condicional no sentido de que ambas as partes devem manter seus acordos eternos.

Wesley também declarou que a aliança com Abraão foi uma “aliança do evangelho; a condição sendo a mesma, a saber, a fé, a qual o apóstolo observa que lhe fora imputada para justiça”. O fruto inseparável dessa fé foi a obediência; pois pela fé ele deixou sua terra e ofereceu a seu filho. Os benefícios foram os mesmos, pois Deus prometeu ‘Eu serei teu Deus, e o Deus da tua descendência depois de ti’ e Ele não pode prometer nada mais a suas criaturas, pois ai estão inclusas todas as graças, temporais e eternas. O Mediador é o mesmo, pois era no Descendente, ou seja, em Cristo (Genesis 22:18; Gálatas 3:16) que todas as nações seriam abençoadas, e acerca disso mesmoo apóstolose refere: “O evangelho foi pregado a Abraão’ (Gálatas3:8). Agora, a mesma promessa feita a ele, a mesma aliança feita com ele também fora feita “com seus filhos depois dele” (Gênesis 17:7, Gálatas 3:7). E em razão disso ela é chamada de ‘uma aliança eterna’”. Portanto, ela foi tanto uma aliança eterna quanto condicional.

Mais tarde, Wesley demonstrou que a Aliança Davídica era condicional e concluiu que, mesmo quando não declaradasexplicitamente, as condições são implícitas em todas as alianças. Esta tem sido a compreensão histórica Arminiana-Wesleyana das alianças. Joseph Benson escreveu:

A atuação das promessas aos descendentes naturais de Abraão, é, na aliança original, implicitamente feita de modo a depender da fé e obediência deles (Gênesis 18:19), e isso é explicitamente feito para que dependessem daquela condição na renovação da aliança (Deuteronômio 28:1-14). Além disso, naquela ocasião, Deus ameaçou expressamente expulsar os descendentes naturais de Canaã e os espalhar entre os pagãos, caso eles se tornassem incrédulos e desobedientes (Levíticos 26:33; Deuteronômio 28:64). Portanto, a rejeição e a expulsão dos judeus de Canaã, por causa de sua incredulidade, sendo um cumprimento das ameaças da aliança, confirmaram a fidelidade de Deus, ao invés de derrubá-la... As promessas de Deus, assim como suas ameaças, foram todas condicionais.

Adam Clarke escreveu,

Devemos sempre sustentar que Deus é verdadeiro, e que se em algum caso Sua promessa parecer falhar, é porque a condição na qual ela foi dada não foi ainda cumprida...Aquele que disser que a promessa de Deus falhou, que este examine seu coração e seus caminhos, e descobrirá que ele se apartou daquele caminho no qual somente Deus poderia, de acordo com sua santidade e verdade, cumprir a promessa.

Deus é fiel à sua Palavra, mas sua Palavra contém promessas e advertências. A infidelidade dos judeus quebrou a aliança (veja Romanos9:6-14), mas não anulou a fidelidade de Deus à sua Palavra e suas promessas a Abraão. Em seu Dicionário Teológico, Richard Watson escreveu que há na verdade apenas duas alianças: a aliança das obras e a da graça. Watson ensinou que depois que Adão quebrou a aliança das obras, Deus deu a Abraão a aliança da graça. Uma vez que a dispensação mosaica era também uma aliança de obras, ela foi dada a fim de expor a pecaminosidade do homem e era uma prefiguração de algo melhor.

Assim como a aliança de Adão, a aliança de Moisés foi quebrada por Israel e foi finalizada por Deus. A nova aliança, argumentou Watson, era em verdade a mesma essência da aliança abraâmica. A nova aliança era nova porque, depois de o homem ter quebrado a aliança das obras, foi por pura graça ou favor do Todo Poderoso poder entrar em uma nova aliança com Ele; e, porque é pelaatual aliança que é concedida essa graçaque capacita o homem a cumprir os termos dela...Mas, embora haja condições recíprocas, a aliança retém seu caráter de aliança da graça e deve ser considerada como tendo sua fonte puramente na graça de Deus. Porquanto as mesmas circunstâncias que tornaram necessária a nova aliança lançam fora a possibilidade de haver qualquer mérito de nossa parte: a fé pela qual os cristãos continuam a guardar a aliança vem da mudança de caráter que é fruto da ação do Seu Espírito.

Mais recentemente, Clarence Bence escreveu: “Devemos crer, então, que as promessas de Deus são dadas condicionalmente e são mantidas na medida em queos homens respondem pela fé ao que Ele declarou”. O fato de que alianças são condicionais deveria influenciar nosso entendimento de três questões controversas.


1. A salvação pode ser perdida?

Louis Berkhof escreve que há dois lados em uma aliança. Porém, como calvinista, ele quer evitar tornar condicional a aliança da graça. Reconhecendo que há sentido em dizer que a aliança é condicional, ele tenta harmonizar seu dilema dizendo que o próprio Deus cumpre a condição dando a fé ao seu eleito.

Berkhof também diz que uma vez que a aliança é eterna e inviolável, a qual Deus nunca anulou, é impossível que os participantes da aliança a quebrem. Isso os tornaria transgressores da aliança e essa transgressão poderia não ser meramente uma transgressão temporária, mas final. Contudo, já que para ele os santos não podem cair, Berkhof tem que concluir que estes membros da aliança não eram regenerados. Assim, eles não foram regenerados e convertidos porque não são eleitos, pois, se eles fossem, não teriam quebrado a aliança definitivamente.

Porém Hebreus 10:26-29 descreve aqueles que foram santificados pelo sangue da aliança e em algum momento depois rompem com a fé e vão por fim para o inferno. Wesley escreve: “É inegavelmente claro que a pessoa mencionada aqui já foi santificada pelo sangue da aliança. Que ela posteriormente, por pecado intencional e conhecido, pisou o Filho de Deus. E que ela neste ato incorre uma punição mais dolorosa que a morte, assim chamada morte eterna. Portanto, aqueles que são santificados pelo sangue da aliança podem tanto cair quanto perecer eternamente”. Wesley também citou passagens como Ezequiel 18:24; 1 Timóteo 1:18-19; Romanos 11:17-22; João 15:1-6; 2 Pedro 2:20-21; Hebreus 6:4-6 e 10:38. Ele concluiu: “Acredito na possibilidade de queda dos santos, que alguém que seja santo ou justo aos olhos do próprio Deus, possa, não obstante, tanto cair de Deus quanto perecer eternamente.


2. O casamento é uma aliança indissolúvel?

O casamento é chamado de ‘aliança’ em Provérbios 2:17 e Malaquias 2:14. Deus predeterminou os termos do acordo e é ‘até que a morte os separe’. Deus odeia o divórcio, mas o permite quando ocorre infidelidade aos votos matrimoniais. O verbo usado em Mateus 5:32 e 19:9, apoluo, implica que o casamento é dissolvido. Há um jogo de palavras aqui. Assim como essas duas pessoas ‘formam uma aliança’ do casamento, assim seu divórcio ‘cancela essa aliança’.*

Enquanto a união matrimonial deve envolver consentimento mútuo, a dissolução do casamento não. Se uma das partes da aliança rompe sua fé, a união é quebrada e a parte inocente não pode mais manter seus votos do casamento sozinha. Deus sempre é a parte inocente nos casos de perda de salvação. Nos casos de rompimento da união entre duas pessoas, ninguém pode alegar perfeição, mas aquele que comete qualquer ato de imoralidade sexual (que Jesus chama de ‘fornicação’), quebra a aliança e é culpado de adultério. Embora o solteiro possa também cometer fornicação, ele não pode cometer adultério, uma vez que ele não tem nenhuma aliança para quebrar.

Ironicamente, muitos calvinistas reconhecem a natureza condicional da aliança matrimonial, enquanto muitos arminianos alegam que ela seja incondicional! Ray Sutton, um calvinista, escreveu que se um casamento é uma aliança, então, ele deve estar sobos mesmos princípios pactuais da aliança entre Deus e o homem. Assim como a aliança entre Deus e os homens pode acabar, assim também a aliança matrimonial.

Por outro lado, E. E. Shelhamer, um antigo metodista livre, argumentou que os laços matrimoniais são indissolúveis, e, por isso, a parte inocente terá que sofrer a dor de viver sozinha enquanto a outra parte continuar viva. Pelo menos Charles Ryrie é consistente – mesmo que equivocadamente consistente. Ryrie acredita que “o dom da salvação uma vez recebido é para sempre possuído e nunca será perdido”.Ryrie também crê que o casamento seja permanente, “sem exceções”. 

Escrevo com grande receio em acabar sendo mal interpretado como se defendesse o divórcio. Em uma época de votos negligenciados e divórcios sem a necessidade de motivos comprovados, aqueles que prestam o juramento do casamento precisam ser alertados de que há uma maldição auto-infligida e implícita na aliança, que com antecedência aceita o juízo de Deus caso a aliança seja quebrada. Assim, depois de quase 25 anos como pastor, minha preocupação é que demasiadas vezes a igreja puna a parte inocente, forçando-os a manterem sua parte de um contrato que foi quebrado e, portanto, não mais obrigatório.


3. Os judeus são eleitos incondicionalmente?

Zacarias 11:10-14 declara que Deus iria revogar sua aliança com Israel. Wesley comentou que o que o profeta demonstrou em símbolos, Cristo fez em realidade. Em suas Explanatory Notes, Wesley explicou que os judeus que não receberamao Senhor se tornaram réprobos “Porque eles não mais continuaram a ser o povo de Deus”. Seus títulos e privilégios foram transferidos para os judeus e gentios que abraçaram o cristianismo [Romanos 8:33]. Assim, o evangelho e a aliança com Abraão são os mesmos em essência.

Joseph Benson explicou que pela sua infidelidade os judeus perderam seu direito de ser contados como descendentes de Abraão, e por imitarem a fé dele os gentios foram agora recebidos como filhos de Deus. Wilber Dayton escreveu que “Deus é justificado da acusação de romper a fé com os judeus quando torna o Cristianismo o cumprimento de Suas promessas a eles”.

Este entendimento está em contradição direta com o dispensacionalismo, como John MacArthur expressou em sua declaração de que ensinar que a igreja substituiu Israel no plano da redenção de Deus “confirma a fidelidade de Deus em manter Sua promessa incondicional a Israel... Mas Ele não faltou (e nem poderiafazê-lo por causa de Sua natureza santa) àquela promessa”. MacArthur, obviamente, presume que as promessas de Deus sejam incondicionais.

Em sua análise sobre o dispensacionalismo, a primeira falha apontada por Ray Dunning é que “ele é baseado em um ponto de vista calvinista de que a aliança com Israel é incondicional e não pode ser quebrada. Isso leva a uma distinção eterna entre Israel e a Igreja”.

Enquanto um arminiano-wesleyano consistente não pode sustentar os pressupostos do dispensacionalismo, os populares pregadores da santidade têm vendido tanto seu movimento a uma escatologia estranhaque parece ser suspeito crer na posição histórica wesleyana.Ironicamente, é um calvinista, Gary DeMar, que rejeita o dispensacionalismo com o fundamento de que alianças são condicionais. DeMar rejeita a noção de que as promessas da terraa Israel continuam em vigor. Segundo Levítico 18:24-30, a permanência da terra era condicional. 

Se Israel não obedecesse, Deus disse que iria “vomitá-los” (verso 28). Mas Deus não havia dito que daria a terra a Abraão e sua descendência “para sempre” (Gênesis 13:15)? Claro que sim. Jesus o confirma em Mateus 5:3-10.Na verdade, todas as promessas do Antigo Testamento são cumpridasno Novo através da pessoa e da obra de Cristo.

Porém, ainda há um lado condicional das promessas. Jesus declara, sem hesitar ou errar, que “o reino de Deus será tirado de vós e será dado a uma nação que dê os seus frutos’... E quando os príncipes dos sacerdotes e os fariseus ouviram Suas parábolas, eles entenderam que Ele estava falando sobre eles.” (Mateus 21:45). Qualquer um que alega interpretar a Bíblia literalmente não pode facilmente descartaressas passagens. Deus está interpretando as promessas do Antigo Testamento para nós! Essa é a palavra dEle contra a de C. I. Scofield.

DeMar, o calvinista, conclui: “Se as promessas a Israel são incondicionais, então não importa o que Israel faça, ele ainda herda todas as promessas... Não pode haver nenhum “vomitá-los”, nenhum reino “tirado” e nenhum “tirarei do seu lugar o teu castiçal” (Apocalipse 2:5). Embora nem DeMar nem eu possamos negar as profecias de Romanos 11:26, de que todo Israel será salvo, o que poderíamos negar é que ele seja salvo sob diferentes termos ou que regrida à antiga aliança. Ao invés disso, eles serão enxertados na Igreja (verso 24).

A exegese de DeMar me deixa apenas com duas questões não respondidas. Se calvinistas dedicados reconhecem que Israel, o povo eleito de Deus, quebrou a aliança, como eles podem ensinar sem nenhuma consistência que os santos irão mesmo perseverar? E por que qualquer arminiano-wesleyano aceitaria as conclusões proféticas do dispensacionalismo, se elas estão baseadas em um falso ponto de vista das alianças?

Uma vez que as alianças são, por natureza, condicionais, oremos para que a graça as sustente. Mantenhamos nossa aliança com Deus, com a Igreja e com nossa família.

*NT: ‘formam uma aliança’ e ‘cancela essa aliança’ soam parecidos na versão original, embora reproduzam sentidos totalmente diferentes entre si. São respectivamente ‘cut a covenant’ e ‘cuts off that covenant’. Este é o jogo de palavras.

Texto original: “An Arminian Covenant Theology”. Disponível em: www.fwponline.cc/v18n2/v18n2reasonera.html 

Tradução: Carlos Eduardo de Lima Peres.


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