29 de janeiro de 2016

As causas das cruzadas


RESUMO

Este estudo tem por objetivo discutir historicamente sobre as causas e motivações que conduziram às Cruzadas medievais, um dos temas mais debatidos pelos historiadores, que em geral concordam que o movimento que “arrancou a Europa de seus fundamentos” foi causado pela junção de diversos fatores, entre eles o aspecto religioso, o econômico e o político. A união destas várias facetas culminou naquilo que é hoje considerado um dos maiores eventos da Idade Média, com consequencias históricas visíveis até o presente.

Palavras-chave: Cruzadas. Causas. Idade Média.

Introdução

As Cruzadas foram “expedições militares empreendidas contra os inimigos da Cristandade e por isso legitimadas pela Igreja, que concedia aos seus participantes privilégios espirituais e materiais” (FRANCO, 1981, p. 7). Dá-se o nome de “cruzadas” às nove expedições à Terra Santa entre os séculos XI e XIII, que tinham por finalidade recuperar Jerusalém aos cristãos, uma vez que ela havia sido conquistada pelos muçulmanos desde Omar, em 637 d.C. As razões pelas quais a Igreja instigaria a uma cruzada contra os “infiéis” são debatidas até hoje, muitas vezes com respostas evasivas ou simplistas, quando o problema, conforme aqui analisado, é muito mais complexo e abrangente.
Este estudo trabalha com base em sete elementos que precisam ser levados em consideração, sendo eles:
•          Os conflitos internos e tensões na Europa do século XI.
•          A tentativa de reconciliação com a Igreja do Oriente, após o cisma de 1054 d.C.
•          Possíveis vantagens financeiras à Igreja.
•          Busca por riquezas e por novos feudos.
•          Busca por aventuras.
•          Motivações religiosas.
•          Motivações comerciais.
Para alcançar o objetivo proposto, a pesquisa bibliográfica inclui a análise de historiadores como Franco (1981), Lins (1944), Ballesteros (1967), Duché (1964), Lenzenweger (2006), Collins (1999), Le Goff (1971), Valentin (1961), Tornell (1958) e Phillips (2005).


Desenvolvimento

A Europa na época das Cruzadas era muito diferente do que é hoje. Enquanto seus vizinhos – o Império Bizantino e os muçulmanos – apresentavam um relevante nível de desenvolvimento e riqueza, os latinos ainda estavam na “infância das sociedades” (MICHAUD, 1956, p. 70). Internamente, a Cristandade latina era assolada pelas guerras entre cristãos, e, na ausência delas, pelos torneios, que a História de Guilherme o Mariscal descreve como “uma verdadeira batalha campal” (apud PHILLIPS, 2005, p. 82), regalados de sangue e vinganças (ibid).
            Michaud (1956, p. 70) descreve este estado quando “os povos já quase não tinham relações entre si e só se aproximavam com o ferro e a espada na mão”. Tornell (1958, p. 573) observa que “os nobres feudais faziam muitas vezes guerras entre si, quando não se dedicavam à bandidagem em grande escala, protegidos por seus castelos, originando uma grande anarquia”. A solução encontrada para superar esta condição foi transferir esta sede de luta para um inimigo em comum: os “infiéis”. Franco (1981, p. 26) salienta que, “ao levarem a guerra para outros locais, as Cruzadas poderiam pacificar a Cristandade latina”.
            Nada mais os nobres teriam que fazer agora senão “entregar-se à sua paixão dominante: todo mundo tomou incontinente a cruz e pegou em armas” (LINS, 1944, p. 304). Assim, eles “transferiram para as nações infiéis os furores a que habitualmente se entregavam em suas próprias pátrias” (ibid). Este foi o meio encontrado para “livrar a Europa de imensas massas de aventureiros e de inquietos senhores feudais, que haveriam dado muito trabalho a seus respectivos príncipes” (BALLESTEROS, 1967, p. 438). Lins escreve:

Os nobres que, quase todos, se achavam carregados de crimes, e, entre outros, o de roubos contra as igrejas e os pobres, se sentiram felizes de ter, como única penitência, sua ocupação ordinária, que era a de fazer a guerra, com a esperança, porém, de fruírem a glória do martírio, se aí morressem. Antes, consistia uma parte da penitência em não trazer armas e não montar a cavalo. Nas cruzadas, ao contrário, ambas essas coisas eram, não só permitidas, mas até ordenadas, de sorte que os cruzados apenas mudavam o objeto de sua atividade, sem, em nada, alterarem sua maneira de viver.(LINS, 1944, p. 306).

Isso também fica evidente a partir do discurso do papa Urbano II, que convocou a Primeira Cruzada:

Vós que fostes tantas vezes o terror de vossos concidadãos e que vendíeis por um vil salário vossos braços ao furor de outrem, armados pela espada dos Macabeus, ide defender a casa de Israel, que é a vinha do Senhor dos exércitos. (apud MICHAUD, 1956, p. 90).

Desta forma, durante as expedições, “não se ouvia mais falar de roubos, de assaltos. O Ocidente calou-se e a Europa gozou, durante alguns meses, de uma paz que não conhecia mais” (MICHAUD, 1956, p. 104).
A segunda razão que influenciou as Cruzadas foi o cisma do Oriente, ocorrido em 1056 d.C, algumas décadas antes da Primeira Cruzada. Por questões teológicas e políticas, a Igreja do Oriente rompeu ligações com a Igreja do Ocidente, e essa separação formal persiste até hoje. As Cruzadas eram vistas pelo papa como uma ótima oportunidade de ajudar os bizantinos e, de quebra, restaurar a ligação entre ambas as igrejas mediante o reconhecimento do papado romano por parte dos orientais. Por isso, Franco (1981, p. 26) alega que “o papado via nas Cruzadas uma arma de pressão que poderia submeter a Igreja oriental a Roma, dando-lhe a supremacia sobre todos os territórios cristãos”.
Ainda que o objetivo do imperador bizantino Aleixo Conmeno fosse “ajuda militar contra o Islã, que cada vez mais avançava; o outro queria o reconhecimento do primado, no sentido ocidental, como ‘submissão’ sob a jurisdição papal” (LENZENWEGER, 2006, p. 178). Contudo, este objetivo latino não foi alcançado. Em vez de restaurar a comunhão com a Igreja oriental, os cruzados pioraram a situação, especialmente após a Quarta Cruzada e o saque de Constantinopla (1204), que “acabaram praticamente com as esperanças de uma restauração da comunhão eclesiástica” (LENZENWEGER, 2006, p. 178). Para Collins,

O saque de Constantinopla, em 1204, por obra dos venezianos e dos cruzados, extinguiu qualquer esperança de reconciliação. A tradição cristã ortodoxa sofrera um cisma que até hoje não foi reparado. (COLLINS, 1999, p. 103).

A terceira causa importante das Cruzadas eram as vantagens financeiras à Igreja, uma vez que “o financiamento da cruzada obrigava os homens a hipotecar ou a vender suas terras e direitos de propriedade, em geral, à Igreja” (PHILLIPS, 2005, p. 57). Franco, semelhantemente, comenta:

O contexto político que contribuiu para a ocorrência das Cruzadas estava em parte ligado àquela nobreza despossuída e turbulenta. Na sua constante tentativa de obter terras, muitos nobres atacavam os feudos vizinhos e invadiam mesmo feudos da Igreja. Esta, além disso, era prejudicada pelas constantes guerras feudais, que ao afetarem a produção diminuíam o dízimo cobrado pela Igreja. (FRANCO, 1981, p. 23).

A quarta causa relevante para as Cruzadas foi a busca por riquezas e por novos feudos. Isso tem relação direta com o rápido crescimento populacional na Europa do século XI em diante. Franco assim resume os fatores que contribuíram para este elevado crescimento que exigiu uma resposta:

A fraqueza populacional do Ocidente tinha começado lentamente a se modificar com o início do feudalismo, pois este removera os obstáculos que impediam a tendência natural que toda espécie tem a se multiplicar. Em primeiro lugar, as epidemias (peste, malária), que tinham desempenhado papel fundamental no retrocesso demográfico da Alta Idade Média, praticamente desapareceram. Isso se deveu aos contatos comerciais menos intensos com o Oriente (de onde quase sempre provinham as epidemias) e ao maior isolamento entre as regiões ocidentais, o que dificultava a difusão das doenças. (FRANCO, 1981, p. 15).

            Aliado a isso também se pode destacar a menor quantidade de invasões estrangeiras e de grandes batalhas, que “pouco afetavam o comportamento demográfico da sociedade” (FRANCO, 1981, p. 16). Duché (1964) aponta que a Inglaterra, que em 1086 tinha em torno de 1.100.000 habitantes, passaria a 3.700.000 em 1346, e Le Goff alega:

Do ano 1000 ao 1050 a população da Europa havia passado de 42 a 46 milhões; do ano 1050 ao 1100 de 46 a 48; do 1100 ao 1150, de 48 a 50; do 1150 ao 1200 havia tido um aumento de 50 a 61 milhões e do 1200 ao 1250 havia crescido com outros oito milhões, passando de 61 a 69 milhões. (LE GOFF, 1971, p. 9).

A consequencia é que os senhores estavam ficando sem feudos, o que era especialmente problemático para os segundos filhos de nobres, uma vez que “a norma de primogenitura estabelecia que, com a morte de seu detentor, a terra passasse indivisa para seu filho primogênito” (FRANCO, 1981, p. 23). Cabia aos demais filhos trabalhar para seu irmão mais velho, ou se tornar padre. A Igreja, no entanto, não podia enfeudar a todos esses nobres sem senhorio. As Cruzadas foram, pois, compreensíveis saídas de escape para o problema dos feudos cada vez mais escassos no Ocidente. Como Le Goff (1983, p. 97) destaca, a cruzada “pareceu aos cavaleiros e aos camponeses do século XVI como que um exutório para o excedente populacional do Ocidente”, razão pela qual o desejo de terras, de riquezas, de feudos além-mar foi “um engodo importante” (ibid).
Este aspecto material também seria ressaltado pelos pregadores das Cruzadas. O papa Urbano II falaria de uma “terra que mana leite e mel”, e Martín de Paris, o pregador oficial da Quarta Cruzada, seria ainda mais incisivo:

A terra a qual vocês se dispõem a marchar é bastante mais rica e mais fértil que esta e que é muito possível que muitos de vocês consigam uma maior prosperidade em bens materiais ali do que recordarão de ter desfrutado aqui.(apud PHILLIPS, 2005, p. 76).

As Cruzadas ofereciam, para o pregador, uma dupla recompensa. Além do “relativo ao Reino dos céus”, oferecia ainda “a prosperidade temporal, uma esperança superior à da maioria” (apud PHILLIPS, 2005, p. 76). Como Duché (1964, p. 373) corretamente discorre, era a redenção: “a Jerusalém terrestre e a Jerusalém celeste”.
A quinta causa das Cruzadas era a busca cada vez maior por aventuras, sendo este um dos fatores primordiais para o qual a multidão de camponeses decidiu tomar a cruz e seguir às terras do Oriente. As Cruzadas foram uma saída de escape para uma vida relativamente monótona e invariável do simples camponês leigo. Franco cita um cronista alemão da Segunda Cruzada, que escreveu:

As intenções destas várias pessoas eram diferentes. Algumas, na verdade, ávidas por novidades, iam apenas para ver coisas novas. Outras eram levadas pela pobreza, por estarem em situação difícil na sua terra; estes homens foram para combater não apenas os inimigos da Cruz de Cristo, mas mesmo cristãos, desde que vissem oportunidade de aliviar sua pobreza. Havia ainda os que estavam oprimidos por dívidas para com os outros, ou que desejavam fugir ao serviço devido aos seus senhores, ou que estavam mesmo esperando o castigo merecido pelas suas infâmias. (FRANCO, 1981, p. 22).

Valentin (1961, p. 20), ao discorrer sobre as principais causas das Cruzadas, observa também o “prurido franco-normando de aventuras e conquistas, cujo ânimo guerreiro suicida poderia ter visado desígnios mais elevados”.
As causas religiosas não ficam por menos. Era bastante sabido que o peregrino que ingressasse rumo à Terra Santa seria recompensado com uma indulgência plenária, o que significa que ele herdaria o Paraíso celestial independentemente do que possa ter feito nesta vida. Martin de Paris ressaltava que:

Qualquer que abraçar o sinal da cruz e realizar uma confissão sincera será totalmente absolvido de todos e de cada um de seus pecados quando abandonar esta vida, e receberá a vida eterna não importa onde, quando ou por que causalidade morra. (apud PHILLIPS, 2005, p. 75).

Isso motivou inclusive criminosos a tomar a cruz e partir ao Oriente, como uma forma de expiação de seus pecados que implicasse apenas em fazer nas terras muçulmanas o mesmo que já faziam em sua própria região. Michaud reconhece este caráter essencialmente religioso do povo medieval quando diz:

A Europa podia ser considerada como uma sociedade religiosa onde a conservação da fé era o maior dos interesses, onde os homens pertenciam mais à Igreja do que à Pátria. Nesse estado de coisas, é fácil inflamar os espíritos dos povos apresentando-lhes a causa da religião e dos cristãos para defender. (MICHAUD, 1956, p. 73).

Aliado ao perdão dos pecados, outro fator que motivava o povo comum era o medo do inferno, que era repetidamente caracterizado na Idade Média da forma mais repulsiva possível. Phillips nota que:

É difícil estimar a preocupação do homem medieval por evitar as conseqüências do pecado e se livrar dos tormentos eternos do inferno. Um historiador definiu a Idade Média como ‘a época mais atormentada pela culpa da história. (PHILLIPS, 2005, p. 75).

O autor fornece alguns exemplos conhecidos que acentuam o horror deste ponto:

Um rápido olhar aos desenhos e esculturas que ainda se conservam nas entradas de Autún, Conques ou Arles demonstra sem lugar a dúvida os horrores do inferno. Demônios aterrorizantes, dotados de dentes e garras temíveis, arrastavam aos desventurados pecadores a diversos tormentos, todos igualmente nefastos: às mulheres promíscuas se colocavam serpentes em seus peitos; quem havia falsificado moeda era obrigado a beber metal fundido; um cavaleiro condenado aparece assado lentamente em um caldeirão, enquanto outro é empurrado às mandíbulas de um gigantesco monstro. Um cruzado, mesmo assim, podia ser absolvido de todos seus feitos e perdoado. (PHILLIPS, 2005, p. 75).

Para evitar este terrível lugar de condenação, foram muitos os peregrinos que aproveitaram a primeira oportunidade de expiar seus pecados sem precisar fazer mais do que lutar e matar.
Por último, é preciso destacar o papel que as causas comerciais exerceram nas expedições, embora Le Goff (1971, p. 127) assegure que “os motivos comerciais desempenharam pouco papel no desencadeamento da cruzada”, porque as principais cidades mercantis da Itália entraram a contragosto no movimento, apenas quando a situação já era irresistível. Para o autor, as causas materiais e demográficas contribuíram mais do que as econômicas (1983, p. 96), uma vez que apenas na Quarta Cruzada é que Veneza iria exercer um papel fundamental ao desviar a expedição para a capital bizantina, Constantinopla, que seria inteiramente saqueada para financiar a peregrinação a Jerusalém, que acabou não ocorrendo.
Ainda assim, é necessário destacar que “nem Síria nem Palestina são já pontos de destino das rotas comerciais importantes, porque a conquista turca desorganizou as rotas caravaneiras que iam a Terra Santa” (LE GOFF, 1971, p. 134). Acima dos combates medievais entre cruzados e muçulmanos, Le Goff ressalta de onde que a ciência grego-árabe e as técnicas orientais vieram ao Ocidente:

Chegam através de outras frentes de contato mais profundas, da Espanha, aonde a fusão islã-cristã se impõe sobre os combates da reconquista, da Sicília, encruzilhada de civilizações, de Bizâncio e, no Oriente e no Maghreb, dos intercâmbios pacíficos que prosseguiam à margem dos enfrentamentos militares. (LE GOFF, 1971, p. 134).

Assim, pois, as causas comerciais desempenharam um papel apenas secundário até a Quarta Cruzada.


Conclusão

            Diante do exposto, conclui-se que as Cruzadas não tiveram uma causa única, mas um conjunto de causas que incentivaram a Igreja, a nobreza e os próprios camponeses pobres a pegar em armas em direção à conquista da Terra Santa, a Jerusalém terrestre, a fim de recuperar as relíquias e os locais de culto cristão, como o Santo Sepulcro, há muito tempo venerado pelos cristãos e alvo de constantes peregrinações desde muito antes das expedições oficiais.
Enquanto o objetivo da Igreja consistia mais em transferir para o Oriente os combates sangrentos que assolavam a Europa há tempos e em conseguir a sujeição da Igreja Ortodoxa oriental, o objetivo principal da nobreza consistia em buscar novos feudos, e o povo simples queria apenas buscar novas aventuras que o livrassem da monotomidade medieval e que garantissem a salvação eterna por meio das indulgências plenárias concedidas pela Igreja. Essas expedições continuaram até que o Islã se unificasse e tornasse cada vez mais difícil uma reconquista cristã nas terras do Oriente.

Lucas Banzoli.


REFERÊNCIAS

BALLESTEROS, Manuel; ALBORG, Juan Luis. Historia Universal Hasta el Siglo XIII. 4. ed. Madrid: Editorial Gredos, S. A., 1967.

COLLINS, Michael; PRICE, Matthew A. História do Cristianismo – Dois mil anos de fé. São Paulo: Edições Loyola, 1999.

DUCHÉ, Jean. Historia de la Humanidad II – El Fuego de Dios. Madrid: Ediciones Guadarrama, 1964.

FRANCO, Hilário. As Cruzadas. São Paulo: Brasiliense, 1981.

LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval – Volume I. Lisboa: Editorial Estampa, 1983.

LE GOFF, Jacques. La Baja Edad Media. Madrid: Siglo XXI, 1971.

LENZENWEGER, Josef; STOCKMEIER, Peter; BAUER, Johannes B; AMON, Karl; ZINHOBLER, Rudolf.História da Igreja Católica. São Paulo: Edições Loyola, 2006.

LINS, Ivan. A Idade Média – A Cavalaria e as Cruzadas. 2. ed. Rio de Janeiro: Pan-Americana, 1944.

MICHAUD, Joseph François. História das Cruzadas – Volume Primeiro. São Paulo: Editora das Américas, 1956.

PHILLIPS, Jonathan. La cuarta cruzadas y El saco de Constantinopla. Barcelona: CRÍTICA, S. L., 2005.

TORNELL, Ricardo Vera. Historia de la Civilización – Tomo I. Barcelona: Editorial Ramón Sopena, 1958.

VALENTIN, Veit. História Universal – Tomo II. 6. ed. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1961. 

4 comentários:

  1. Esse artigo ajudou me atirar duvidas relativas as cruzadas
    parab

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  2. E Saladino que dizem que não era "bonzinho" e que foi romântizado no século 19?

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    1. É só comparar a forma com que Saladino tratou os cristãos ao reconquistar Jerusalém com a forma com que conquistaram Jerusalém das mãos dos muçulmanos:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2016/05/a-reconquista-de-jerusalem.html

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