11 de setembro de 2015

A proibição ao homossexualismo em Levítivo 18:22 já chegou ao fim?

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Este capítulo faz parte da obra: “Exegese de Textos Difíceis da Bíblia”, ainda em construção.
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Levítico 18:22 afirma:

“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante” (Levítico 18:22)

Para alguns teólogos liberais, este verso não se aplica mais aos dias de hoje, porque faz parte do conjunto de leis do Antigo Testamento, que já chegou ao fim. Eles colocam essa lei no mesmo grupo de leis que caíram, como a proibição a cortar parte da barba (Lv.19:27), a circuncisão (Lv.12:3) e outras leis mosaicas que os cristãos em geral concordam que chegaram ao fim na cruz. Cristãos ortodoxos discordam, sustentando que nem tudo na lei não se aplica mais aos dias de hoje, e que esta seria uma das partes que não caiu.

Linha 1
Linha 2
Levítico 18:22 ainda se aplica aos dias de hoje
Levítico 18:22 não se aplica mais aos dias de hoje
Duas coisas devem ser observadas aqui, que nos ajudam a estabelecer certos parâmetros. Primeiro, que há praticamente um consenso de que os cristãos (especialmente gentios) não precisam guardar toda a lei mosaica. Segundo, há também certo consenso de que nem tudo que está na lei já “caiu”, pois há coisas que permanecem válidas até hoje. A tarefa do teólogo é justamente estabelecer os parâmetros mais exatos, delimitando com mais precisão o que é que foi, e o que é que ficou. Mas que certas coisas se foram e que outras ficaram, isso quase ninguém discute.

O Novo Testamento é bastante claro em estabelecer que a lei da antiga aliança deu lugar à graça, na nova aliança. E isso certamente implica que algumas coisas caíram, senão ainda estaríamos no velho regime da lei mosaica:

 “Antes que viesse esta fé, estávamos sob a custódia da lei, nela encerrados, até que a fé que haveria de vir fosse revelada. Assim, a lei foi o nosso tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. Agora, porém, tendo chegado a fé, já não estamos mais sob o controle do tutor” (Gálatas 3:23-25).

 “Mas agora se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da lei, da qual testemunham a Lei e os Profetas” (Romanos 3:21)

 “Se os que vivem pela lei são herdeiros, a fé não tem valor, e a promessa é inútil” (Romanos 4:14),

 “Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Romanos 6:14)

 “Assim, meus irmãos, vocês também morreram para a lei, por meio do corpo de Cristo” (Romanos 7:4)

 “Porque o fim da lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê” (Romanos 10:4)

 “Fomos libertados da lei, para que sirvamos conforme o novo modo do Espírito, e não segundo a velha forma da lei escrita” (Romanos 7:6)

 “Eu mesmo não estou debaixo da lei” (1ª Coríntios 9:20)

 “Por meio da lei eu morri para a lei, a fim de viver para Deus” (Gálatas 2:19)

 “Os que são pela prática da lei estão debaixo de maldição” (Gálatas 3:10)

 “Se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da lei” (Gálatas.5:18)

 “Cristo anulou em seu corpo a lei dos mandamentos expressa em ordenanças” (Efésios 2:15)

Estes textos parecem perfeitamente claros. Não é possível alguém honestamente dizer que ainda estamos debaixo da antiga lei, tendo que seguir rigorosamente a cada um dos 613 preceitos mosaicos observados pelos judeus ortodoxos. No entanto, há outras evidências igualmente claras de que nem tudo na lei passou. Por exemplo:

 “Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mateus 5:17)

 “Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra” (Mateus 5:18)

 “Pois quem obedece a toda a Lei, mas tropeça em apenas um ponto, torna-se culpado de quebrá-la inteiramente. Pois aquele que disse: ‘Não adulterarás’, também disse: ‘Não matarás’. Se você não comete adultério, mas comete assassinato, torna-se transgressor da Lei” (Tiago 2:10-11)

• “Quando Jesus ia saindo, um homem correu em sua direção, pôs-se de joelhos diante dele e lhe perguntou: ‘Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna?’ Respondeu-lhe Jesus: Por que você me chama bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus. Você conhece os mandamentos: ‘não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não enganarás ninguém, honra teu pai e tua mãe’” (Marcos 10:17-19)

 “Anulamos então a lei pela fé? De maneira nenhuma! Pelo contrário, confirmamos a lei” (Romanos 3:31)

Então também parece bastante claro que há pelo menos certos preceitos na lei que não chegaram ao fim. Mas como resolver este dilema, que tem tudo a ver com a discussão sobre a permanência ou não de Levítico 18:22? Alguns teólogos tentam resolver este problema de forma simplista: os dez mandamentos ficam, e o resto vai embora. Mas, longe de entrar no âmbito da discussão se todos os dez mandamentos ainda permanecem em vigência ou não, isso não parece resolver o problema. Isso porque em certa ocasião Jesus afirmou que os maiores mandamentos da lei eram dois que não faziam parte dos dez:

“Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: ‘Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?’ ‘O que está escrito na Lei?’, respondeu Jesus. ‘Como você a lê?’ Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Disse Jesus: ‘Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá’” (Lucas 10:25-28)

Amar a Deus e ao próximo fazia parte da lei, mas não constava explicitamente na lista dos dez mandamentos descrita em Êxodo 20:1-17. Amar a Deus de todo o coração, alma e entendimento está presente em Deuteronômio 6:5, e amar ao próximo como a si mesmo está em Levítico 19:18. No entanto, Jesus os considerou superiores a qualquer um dos dez mandamentos formalmente descritos em Êxodo 20:1-17. Além disso, o Concílio de Jerusalém, em Atos 15, trouxe da lei mosaica alguns princípios que deveriam ser mantidos para os gentios, e nenhum deles tinha a ver com os dez mandamentos (embora os mandamentos pudessem estar implícitos, mas certamente não se limitava a eles).

Portanto, a distinção que eu creio ser mais válida para determinar o que permanece e o que não permanece na nova aliança não é se faz parte ou se não faz parte dos dez mandamentos, mas se faz parte ou se não faz parte da lei moral, que é bem mais ampla. Isso significa que Jesus e os apóstolos trouxeram da antiga para a nova aliança os princípios morais da lei, e deixaram de fora os preceitos cerimoniais (entre eles o da barba, da circuncisão, etc). A grande questão aqui é: Levítico 18:22 se situa dentro do contexto de princípios morais da lei, ou não?

Não é preciso fazer muito esforço para descobrir isso. Basicamente, basta ler o texto em sua unidade.

Levítico 18
6 Ninguém poderá se aproximar de uma parenta próxima para se envolver sexualmente com ela. Eu sou o Senhor.
7 "Não desonre o seu pai, envolvendo-se sexualmente com a sua mãe. Ela é sua mãe; não se envolva sexualmente com ela.
8 "Não se envolva sexualmente com a mulher do seu pai; isso desonraria seu pai.
"Não se envolva sexualmente com a sua irmã, filha do seu pai ou da sua mãe, tenha ela nascido na mesma casa ou em outro lugar.
10 "Não se envolva sexualmente com a filha do seu filho ou com a filha da sua filha; isso desonraria você.
11 "Não se envolva sexualmente com a filha da mulher do seu pai, gerada por seu pai; ela é sua irmã.
12 "Não se envolva sexualmente com a irmã do seu pai; ela é parenta próxima do seu pai.
13 "Não se envolva sexualmente com a irmã da sua mãe; ela é parenta próxima da sua mãe.
14 "Não desonre o irmão do seu pai aproximando-se da sua mulher para com ela se envolver sexualmente; ela é sua tia.
15 "Não se envolva sexualmente com a sua nora. Ela é mulher do seu filho; não se envolva sexualmente com ela.
16 "Não se envolva sexualmente com a mulher do seu irmão; isso desonraria seu irmão.
17 "Não se envolva sexualmente com uma mulher e sua filha. Não se envolva sexualmente com a filha do seu filho ou com a filha da sua filha; são parentes próximos. É perversidade.
18 "Não tome por mulher a irmã da sua mulher, tornando-a rival, envolvendo-se sexualmente com ela, estando a sua mulher ainda viva.
19 "Não se aproxime de uma mulher para se envolver sexualmente com ela quando ela estiver na impureza da sua menstruação.
20 "Não se deite com a mulher do seu próximo, contaminando-se com ela.
21 "Não entregue os seus filhos para serem sacrificados a Moloque. Não profanem o nome do seu Deus. Eu sou o Senhor.
22 "Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.
23 "Não tenha relações sexuais com um animal, contaminando-se com ele. Mulher nenhuma se porá diante de um animal para ajuntar-se com ele; é depravação.
24 "Não se contaminem com nenhuma dessas coisas, porque assim se contaminaram as nações que vou expulsar da presença de vocês.

Note como é claro que, diante do contexto, Levítico 18:22 faz parte do conjunto de leis morais que permanecem em vigência até hoje. Este é o contexto que trata da questão da imoralidade sexual na Bíblia, e ter relação com alguém do mesmo sexo é considerado pecado tanto quanto o incesto ou a zoofilia[1]. Quando Jesus falava contra a imoralidade sexual (por exemplo, em Mateus 15:19) ele não estava falando de um conjunto de leis fantasmas ou totalmente subjetivas, que vai da cabeça de cada um. Não. Ele estava se referindo justamente àquilo que aquele povo judeu a quem ele se dirigia considerava “imoral”, e o único capítulo que tratava especificamente sobre a temática da imoralidade sexual era justamente Levítico 18, que inclui explicitamente o homossexualismo.

Portanto, Jesus condenou o homossexualismo por inferência. Da mesma forma que ninguém precisa hoje citar letra por letra do alfabeto quando quer se referir a todas elas (basta dizer “o alfabeto” que já estará incluindo todas elas), Jesus também não precisou combater cada pecado de imoralidade sexual especificamente, porque o próprio termo “imoralidade sexual” já incluía todos eles. Nem Jesus e nem os apóstolos condenaram explicitamente a zoofilia (sexo com animais), mas sabemos que isto é imoral e pecaminoso porque foi condenado em Levítico 18:23 – exatamente um versículo depois da condenação expressa ao homossexualismo!

O apóstolo Paulo também concordava que Levítico 18 era um capítulo de princípios morais que ainda permanecia em vigência, porque ele condenou severamente um membro da igreja de Corinto que estava tendo relações sexuais com sua madrasta, o que é explicitamente proibido em Levítico 18:7, embora Jesus nunca tenha falado especificamente contra este tipo de pecado. A lógica é a seguinte: a lei moral do Antigo Testamento prescrevia os tipos de imoralidade sexual (em Lv.18); Jesus, ao invés de condenar esta lei, a reiterou, também condenando o pecado de imoralidade sexual; portanto, os pecados de imoralidade sexual descritos em Levítico 18 continuam sendo pecados.

A prova mais forte de que os discípulos consideraram este capítulo de Levítico como sendo válido no tempo da graça foi a decisão tomada por eles no Concílio de Jerusalém, que se reuniu exatamente para tratar esta questão: o que o cristão gentio ainda é obrigado a seguir da lei? Eles poderiam ter deixado de fora a parte de Levítico 18 (que aborda o que é considerado imoralidade sexual), mas fizeram questão de incluir isso na lista de coisas que permanecem em vigência até hoje:

“Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. Que tudo lhes vá bem” (Atos 15:28-29)

Contra aqueles que queriam que os gentios guardassem toda a lei, os apóstolos decidiram que somente alguns aspectos continuavam valendo, e entre estes aspectos eles mantiveram a questão da imoralidade sexual. E a questão da imoralidade é tratada especificamente em Levítico 18, que inclui o homossexualismo na lista de práticas consideradas pecaminosas. Portanto, é inevitável a conclusão lógica de que Levítico 18:22 permanece válido no tempo da nova aliança, uma vez que é um preceito moral e não um meramente cerimonial.

Como se isso não bastasse, Paulo ainda é bem específico em condenar a prática homossexual, considerando-a pecaminosa. Ele fez isso, por exemplo, em Romanos 1:25-27, que diz:

“Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:25-27)

Embora alguns teólogos liberais de linha esquerdista cheguem ao cúmulo de dizer que Paulo não estava condenando o homossexualismo aqui, mas apenas os heterossexuais que quisessem ter relações homossexuais, isso não faz sentido nenhum. Não há nenhuma razão pela qual um heterossexual teria relações com alguém do mesmo sexo, por quem ele não sente nenhuma atração. Paulo está claramente considerando a prática homossexual como sendo antinatural e uma “paixão vergonhosa”. Dizer que aqui ele estava condenando apenas práticas homossexuais praticadas por héteros, além de ser algo totalmente irracional e sem sentido, é um flagrante exemplo de eisegese. Na verdade, como alguns não conseguem suportar a clareza e objetividade do texto, tentam fazer malabarismos para negar o óbvio daquilo que o texto diz categoricamente.

Mas esta não foi a única ocasião em que Paulo condenou a prática homossexual. Ele usou várias vezes a palavra “sodomita”, que se relacionava às pessoas que mantinham relação com gente do mesmo sexo, como algo pecaminoso que poderia levar à perdição eterna. Além disso, ele considerou igualmente pecaminosos os “efeminados”:

“Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina” (1ª Timóteo 1:9-10)

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1ª Coríntios 6:9-10)

A palavra traduzida nestes textos por “sodomitas” é, no grego, arsenokoites, que, de acordo com a Concordância de Strong, significa:

733 αρσενοκοιτης arsenokoites
de 730 e 2845; n m
1) alguém que se deita com homem e com mulher, sodomita, homossexual.

O Helps Word-Studies define arsenokoites como sendo “um homem que vai para cama com outro homem – um homossexual”[2]. O Thayer's Greek Lexicon afirma que diz respeito “àquele que se deita com outro homem, como se fosse uma mulher”[3]. O léxico de Strong diz que é “um homem envolvido em atividade sexual com alguém do mesmo sexo”[4]. Não conheço nenhum léxico do grego que dê um significado contrário, ausentando o homossexualismo do conceito de arsenokoites.

Já a outra palavra, traduzida por “efeminados”, no grego é malakos, que, de acordo com a Concordância de Strong, significa:

3120 μαλακος malakos
de afinidade incerta; adj
1) mole, macio para tocar.
2) metáf. num mal sentido.
2a) afeminado.
2a1) de um catamito.
2a2) de um rapaz que mantém relações homossexuais com um homem.
2a3) de um homem que submete o seu corpo a lascívia não natural.
2a4) de um homem que se prostitui.

O NAS Exhaustive Concordance define como sendo “um efeminado”[5], e o Thayer's Greek Lexicon diz que se refere a “um efeminado, um sodomita, um homem que submete seu corpo a luxúria antinatural”[6]. Novamente, não conheço nenhum léxico do grego que retire a prática homossexual da lista de concepções inclusas no conceito de malakos. Está perfeitamente claro que Paulo condenou a prática homossexual, ao ponto de buscar dois termos sinônimos para reiterar o quão pecaminosa que a prática é!

Por mais que os militantes gays insistam que essas palavras não têm nada a ver com o homossexualismo (sempre sem citar léxico de grego nenhum, mas apenas a palavra deles), é bastante conhecido que tanto arsenokoites quanto malakos eram termos usados no mundo grego da época para se referir a homossexuais, o que significa que qualquer pessoa que recebesse a carta de Paulo e o lesse condenando o que essas duas palavras expressam seria levado imediatamente a pensar que o apóstolo estava realmente considerando pecado a prática homossexual, tanto quanto nos dias de hoje usamos a palavra “gay” para se referir a um “sodomita”, e sabemos bem o que significa. Paulo jamais teria usado duas palavras que na época implicavam em homossexualismo se ele pensasse que não havia pecado nenhum em ter um relacionamento homossexual.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (www.lucasbanzoli.com)

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[1] Embora a gravidade ou nível de cada pecado varie de caso a caso, é indiscutível que todos eles são pecados em alguma instância.
[3] ibid.
[4] ibid.
[6] ibid.

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